Archive for the ‘Comédia Romantica’ Category

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Preview de (500) Days of Summer

julho 28, 2009

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Preview de (500) Days of Summer

Estréia: 13 de Novembro de 2009.

Após ser exibido no festival de Sundance 2009, (500) Days of Summer chamou atenção dos críticos e tornou-se uma das comédias românticas independentes mais esperadas da temporada.

A historia gira em torno de Tom Henson (Joseph Gordon-Levitt), um romântico escritor de cartões comemorativos, que pensa que só seria feliz quando ele encontrasse “a garota”; então  ele conhece Summer Finn (Zooey Deschanel), que pensa exatamente o oposto que ele.

 

“Você deve saber desde o inicio, que essa não é uma historia de amor,

É uma historia sobre amor.”

 

Quando ela dá um fora nele, ele começa a relembrar os 500 dias que passou com ela para entender o que deu errado.

O filme é o primeiro dirigido por Marc Webb, que costumava só dirigir videoclipes. No elenco, além de Zooey Deschanel e Joseph Gordon-Levitt nos papéis principais, inclui Minka Kelly, Clark Gregg, Geoffrey Arend, Chloe Grace Moretz, Matthew Gray Gubler. A trilha sonora conta com grandes referencias do rock como The Smiths e The Clash.

Preview por Isabela

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My Sassy Girl

maio 24, 2009

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엽기적인 그녀 (Coréia do Sul, 2001)

Direção: Kwak Jae-yong

Roteiro: Kim Ho-sik

Elenco famoso: Cha Tae-Hyun, Jun Ji-hyun

Normalmente, o que se vê em comédias romanticas é sempre a mesma coisa: o garoto conhece a garota, eles começam um relacionamento e entre isso há uma serie de problemas pessoais envolvidos, alguem os separa e no final eles vivem felizes para sempre.  Mas a essencia de My Sassy Girl é uma comédia romantica inovadora e, principalmente encantadora.

Gyeon-Woo (Cha Tae-Hyun) é um universitario à procura do seu “tipo” de garota. É quando, no metrô, ele encontra uma jovem bêbada. Seu nome nunca é citado, mas a “garota” (Jun Ji-hyun), uma aspirante a roterista bêbada, no decorrer da história mostra-se dominadora e abusiva.

É impossivel ter pena de Gyeon-Woo e não adorar o humor de sua suposta namorada e é exatamente dai que vem a grande graça de My Sassy Girl.

O Filme foi um sucesso na Coreia do Sul, tanto que em 2008 ganhou uma versao americana fuleira que nao chega nem aos pes do original, por nao captar o ponto principal do filme: o relacionamento dos dois sem eles nunca terem se beijado. É baseado em uma historia real publicada na internet por Kim Ho-sik.

Nota 8

Resenha por Isabela

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Sem Reservas

setembro 23, 2008

No Reservations (EUA, 2007)

Direção: Scott Hicks

Roteiro: Carol Fuchs, Sandra Nettlebeck

Elenco Famoso: Caterine Zeta-Jones, Aaron Eckhart, Abigail Breslin, Patricia Clarkson, Jenny Wade, Bob Balaban, Brian F. O’Byrne, Lily Rabe, Eric Silver, Arija Bareikis, John McMartin.

Kate Armstrong (Caterine Zeta-Jones) é uma bem sucedida chef num restaurante em Manhattan. Completamente obcecada por seu trabalho, Kate não reserva tempo para outras atividades em sua vida até que sua irmã morre em um acidente de carro e deixa a filha Zoe (Abigail Breslin) aos cuidados de Kate.

Kate sofre para criar um lar para Zoe, tentando inseri-la em sua vida, mas a garota a deixa perdida em suas oscilações de humor por ter perdido a mãe e estar num lugar completamente estranho. Zoe não consegue nem comer a comida sofisticada que Kate prepara. Tudo começa a mudar quando Nick (Aaron Eckhart), o novo subchef do restaurante de Kate, surge e conquista Zoe com sua comida italiana.

Nick inicialmente vai contra tudo que Kate aprecia, tomando conta de sua cozinha com a culinária italiana, seu bom-humor e carisma. Enquanto Kate tenta assumir novamente o controle de sua vida e principalmente de sua cozinha ela vai descobrindo o que realmente lhe faz falta.

Essa comédia romantica água-com-açúcar é um remake do alemão Simplismente Martha, e não traz muitas modificações no roteiro, o diferencial da versão hollywoodiana é que tudo é muito mais colorido e a comida é realmente atraente. Os protagonistas trazem carisma a seus personagens, mas (como sempre) quem rouba a cena é Abigail Breslin (de Pequena Miss Sunshine) com seu enorme talento e leveza diante das cameras. Grande atriz.

Nota 7.5

Resenha por Priscila

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Mamma Mia!

setembro 16, 2008

Mamma Mia!

 

EUA – 2008, 108 min

Direção: Phyllida Lloyd
Roteiro: Catherine Johnson

Elenco Famoso: Colin Firth, Meryl Streep, Pierce Brosnan e uma ponta (diria que imperceptível) de Benny Andersson, integrante do ABBA

 

Donna (Meryl Streep) é dona de um hotel caindo aos pedaços em uma ilha grega. Mãe solteira, ela criou sozinha sua filha, Sophie (Amanda Seyfried), sem jamais lhe dizer quem era seu pai. Com os preparativos de seu casamento, Sophie manda convites, fingindo ser sua mãe, para os três homens que poderiam ser seu pai: Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard). Os três vão, pois todos têm algum assunto mal-resolvido com Donna. Convicta de que descobriria assim que visse quem era seu pai, Sophie acaba em um dilema. Mas é obvio que tudo isso é apenas um pano de fundo para as músicas do ABBA.

 

A história é bobinha e até que divertida. Todo mundo canta bem (não excepcionalmente bem, mas bem), 90% das músicas tem coro em algum momento e as coreografias são bem ruinzinhas, dignas do High School Musical.

 

As canções do ABBA são pouco conhecidas, o que torna as coisas mais surpreendentes no filme. Tudo é repleto de singelos clichês, mas nesse caso o amor não é posto acima de todas as coisas, ficando abaixo, inclusive, do sexo.

 

Taxado por muitos como cansativo e muito abaixo de outros musicais atuais, Mamma Mia! é melhor do que dizem, ainda que meio irritante em alguns poucos momentos. As músicas e a história são divertidas, mas estão longe de ser algo surpreendente.

 

Nota: 8

Por Renato Valverde

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Wall-E

julho 4, 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Wall-E (EUA, 2008 )

Direção: Andrew Stanton

Roteiro: Andrew Stanton e Jim Capobianco

Elenco Famoso: Ben Burtt, Elissa Knight, Jeff Garlin, Fred Willard, John Ratzenberger, Sigourney Weaver

Em meio ao ar denso e poluido de uma cidade são avistados vários edificios, mas quando aproximados notamos que os tais edificios são na verdade torres de lixo. O planeta Terra foi abandonado pelos humanos para que uma série de robôs como Wall-E a limpassem. Porém todos os robôs deixaram de funcionar, exceto Wall-E que apresentou um defeito: criou personalidade. Essa personalidade vê todo o lixo que a humanidade deixou para trás de forma muito singela, Wall-E é de certa forma nostalgico e melancolico em sua solidão.

Tudo o que acha de diferente em meio ao lixo Wall-E leva para casa, onde vive em companhia de sua baratinha de estimação e assiste ao mesmo musical todas as noites. Num dia como todos os outros nos 700 anos em que Wall-E está na Terra, surge uma nave trazendo EVA, uma robô com o design muito avançado e que tem uma missão importante. Wall-E se vê completamente apaixonado apesar da hostilidade inicial de EVA, e a segue numa aventura espacial quando sua nave volta para buscá-la. 

Wall-E é fruto do incrível, espetacular, e qualquer outros adjetivos que queira empregar, poder imaginativo da Pixar. O robozinho já nasceu como uma obra prima, é uma comédia romantica do cinema mudo, nos inspira esperança e está longe de ser uma desculpa para lições de moral sobre o meio ambiente. E cenas como o balé de Wall-E e EVA já são classicas e com toda certeza, apaixonantes.

 Nota 9.75

Resenha por Priscila

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Jogo de Amor em Las Vegas

junho 28, 2008

 

What Happens in Vegas

 

EUA, 2008 – 99 min

 

Diretor: Tom Vaughan

Roteiro: Dana Fox

Elenco Famoso: Cameron Diaz, Ashton Kutcher, Queen Latifah

 

Joy (Cameron Diaz) é uma mulher que, como dizem por vezes durante o filme, programa o que vai programar, então, como tudo já está devida e previamente planejado, ela não costuma se divertir muito. Jack Fuller (Ashton Kutcher) é mais ou menos o contrário dela, não tem o hábito de se preocupar com as coisas, é (supostamente, alguns diriam) divertido e espontâneo. Após Joy ter sido dispensada pelo noivo na frente de todos, antes de ele notar que ela estava preparando uma festa surpresa, e Jack ter sido demitido pelo próprio pai, ambos decidem afogar as mágoas no clichê para a ocasião: Las Vegas.

 

Lá, os dois por engano ficam no mesmo quarto, e, após alguns litros de álcool, acabam se casando. Na manhã seguinte, prontos para pedir anulação, Jack ganha 3 milhões em um caça-níqueis com uma moeda de Joy. No tribunal, o Juiz R.D. Whopper, superconservador, diz que eles só podem ficar com o dinheiro se fizerem de tudo para que o casamento dê certo, por seis meses.

 

Como uma boa comédia romântica, o filme abusa de clichês e mais clichês. A originalidade está em alguns poucos personagens secundários, ainda que eles praticamente não tenham falas. As atuações não são nada primorosas. Vale ressaltar que os protagonistas são Cameron Diaz e Ashton Kutches, e o filme conta com a participação “especial” de Queen Latifah, portanto não esperem por nada muito artístico…

 

O longa tem algumas cenas engraçadas de verdade, mais pela surpresa (não é todo filme do gênero que coloca comédia no meio das cenas românticas) do que pelo ato em si. Bem, apesar de sua superficialidade de dar inveja a qualquer participante do Simple Life, Jogo de Amor em Las Vegas até que é um bom passatempo.

 

 

Nota: 6,5

By Valverde

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Deepkut

junho 21, 2008

 Finalmente, depois de mais de cinco meses de Deep and Depp, decidimos, após notável crescimento, que era hora de fazermos uma comunidade no orkut.

 

Recém-criada, a comunidade ainda nem possui tópicos, mas sinta-se à vontade para discutir sobre as críticas e os filmes (ou algum outro assunto que lhe interessar).

 

Por enquanto, é isso, espero ter mais o que falar sobre isso em breve.

 

 

o link é esse

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=58125305

 

 

 

 

 

Renato Valverde