Archive for the ‘Comédia’ Category

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Transformers 2: A Vingança dos Derrotados

agosto 11, 2009

(Transformers: Revenge of the Fallen, EUA, 2009)

Gênero: Ação – Aventura
Estréia – Brasil: 23 de Junho de 2009
Estúdio: Paramount Pictures
Direção: Michael Bay (Transformers, A Ilha, Bad Boys 2, Pearl Harbor, Armageddon)
Roteiro: Ehren Kruger (A chave mestra, O som do trovão, O chamado)
Produção: Lorenzo di Bonaventura (Constantine, Doom, Quatro irmãos, Stardust, G.I. Joe)

Duração: 147 min

Elenco Famoso: Shia LaBeouf, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, Megan Fox, John Turturro, Peter Cullen)

Duas horas e meia de pura pancadaria entre robôs. Essa é a melhor definição que eu encontrei para este filme, que podemos dizer que é digno de Michael Bay. Transformers 2 é outro daqueles filmes que são pura ação dos primeiros aos últimos minutos. No começo, é legal, ver tantas explosões e pancadaria cibernética, mas mais passando o filme e você não aguenta mais tanta ação, e você começar perceber que falta história.

A história se passa 2 anos depois que Sam Witwicky (Shia LaBeouf) e os autobots (robôs do bem) salvaram os humanos dos Decepticons. Agora Sam está deixando sua casa para ir para a universidade. Enquanto os Autobots estão ajudando os militares dos EUA, os Decepticons logo ficam sabendo o que Sam ainda não sabe; que somente ele possui a chave para o resultado da luta entre o mal e o supremo poder do bem.

Pouca história, muita ação, bons atores, ótima trilha sonora…. é um filme para toda a familia, digno da sessão da tarde.

Nota: 6,801

Trailer:

Resenha por Caio César


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Marley e Eu

janeiro 13, 2009

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Marley & Me (EUA, 2008)

 

Direção: David Frankel

Roteiro: Scott Frank, Don Roos

Elenco Famoso: Owen Wilson, Jennifer Aniston, Eric Dane, Kathleen Turner, Alan Arkin, Nathan Gamble, Haley Bennett, Clarke Peters

 

Parece que quando você perde seu cachorro só aparecem filmes de cachorro nos cinemas. Isso lembra bastante aquele surto de filmes animais que tivemos nos anos 90, imortalizados pelas aventuras de vários  filhotinhos da pesada aprontando de montão em suas altas confusões que a sessão da tarde insiste em reprisar.

 

Mas esse não é o caso de Marley e Eu que se foca mais nos ensinamentos de um cachorro ao seu dono. John Grogan (Owen Wilson) resolve dar um filhote de labrador a sua mulher (Jennifer Aniston) antes de resolverem ter filhos, eles apenas não contavam que Marley seria um monstro que destrói tudo nos lugares onde passa. O tempo passa, John é promovido para colunista do jornal onde trabalha, apesar de ficar infeliz por isso, o casal começa a procriar e mesmo assim ele não parece inteiramente feliz. A história abrange os vários anos que Marley acompanhou a família.

 

Se o meu cachorro não tivesse fugido na noite da véspera de natal eu juro que não teria chorado tanto, mas esse é o tipo de filme que manipula as pessoas mais sensíveis a chorar mesmo sem um motivo real.

E isso não é uma coisa muito boa, porque o filme não é tão eficiente na hora de mostrar as coisas que John aprendeu com Marley. Mesmo assim é um bom filme. E pessoas normais não vão chorar nele.

 

 Nota 6.5

Resenha por Priscila

 

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Vicky Cristina Barcelona

novembro 30, 2008

Vicky Cristina Barcelona

 

 

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Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen

Elenco Famoso: Scarlett Johansson, Javier Bardem, Penélope Cruz.

 

Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) são grandes amigas que estão de férias em Barcelona. Vicky espera estabilidade em relacionamentos, está prestes a se casar e vai até a Espanha pesquisar sobre a cultura catalã. Cristina sempre busca coisas novas, não só em relacionamentos, mas na vida em geral.

 

Quando estão jantando em um restaurante, as duas são abordadas por Juan Antonio (Javier Bardem), que as propõe viajar com ele para fazer sexo. Vicky imediatamente rejeita a proposta, mas Cristina se interessa e convence a amiga a acompanhá-la. E esse é o ponto de partida de um complicadíssimo relacionamento.

 

O longa tem exatamente a cara de Woody Allen. Mesmo com um tema meio polêmico como relacionamento a três, o assunto é tratado de uma forma leve. O filme é curtinho e nem um pouco cansativo. A fotografia é boa, mas a trilha sonora é um tanto irritante.

 

Scarlett Johansson e Javier Bardem) estão bons como de costume. Rebecca Hall é boa, mas acaba sendo deixada no segundo plano. Mas a grande atuação do filme realmente foi de Penélope Cruz, no papel da aparentemente psicopata Maria Elena, ex-esposa de Juan Antonio.

 

Vicky Cristina Barcelona é um filme leve, divertido e interessante. É ótimo de se ver, mas não é um filme para ser aclamado, com certeza.

 

 

Nota: 9

Por Renato Valverde

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Grande Coisa

novembro 2, 2008

Big Nothing

 

 

 

Reino Unido/Canadá – 2006, 86 min

 

 

 

Direção: Jean-Baptiste Andrea

Roteiro: Jean-Baptiste Andrea e Billy Asher

Elenco Famoso: David Schwimmer, Simon Pegg, Alice Eve

 

 

Charlie (David Schwimmer) é um ex-professor que tenta ter seu livro publicado e sempre tem alguma estatística para cada fato de seu cotidiano. Mas como nenhuma editora quer seu livro, ele acaba indo, contra sua vontade, trabalhar em um Call Center. Lá, ele conhece Gus (Simon Pegg), que lhe ensina as maravilhas de deixar o cliente em espera para xingá-los da forma mais cruel do mundo. Quando Charlie vai fazer isso (obviamente usando uma estatística), ele esquece de deixar o cliente em espera e é demitido logo no primeiro dia. 

Por sua família estar passando por certas dificuldades, ele acaba entrando em um plano aparentemente simples de chantagear um pastor que visita sites pornográficos, juntamente com Gus e sua (meio que) namorada, Josie McBloom (Alice Eve).

 

David Schwimmer faz um papel incrivelmente parecido com o seu Ross (de Friends), tendo ainda um forte lado nerd e ainda lhe resta uma parte do carisma daquele personagem. Simon Pegg se mantém idêntico a todos os seus outros filmes e Alice Eve é a que atua melhor entre os três.

 

Razoavelmente divertido, com fotografia boa, enredo levemente, e irritantemente, envolvente, e algumas cenas até que surpreendentes,  Grande Coisa é um filme completamente na média, mais conhecido por ter um ator da tão famosa série do que por qualquer outro motivo. Mas é, sim, um filme que vale a pena ser visto.

Nota: 7

 

 

Por Renato Valverde

 

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Zohan – O Agente Bom de Corte

setembro 6, 2008

You Don’t Mess with the Zohan

 

EUA  – 2008, 113 min

 

Direção: Dennis Dugan
Roteiro: Adam Sandler, Robert Smigel e Judd Apatow

Elenco Famoso: Adam Sandler, Rob Schneider, Mariah Carey

 

 

Zohan Dvir (Adam Sandler) é um super agente do exército israelense, e como tal, está sempre lutando contra terroristas palestinos. Ele nada mais rápido do que uma prancha, escapa e se defende de balas, em cenas mais surrealistas do que as de filmes como Superman. Como Israel sempre chama ele para missões que são sempre muito parecidas com as outras, ele forja sua própria morte durante uma luta contra seu pior inimigo, o Fantasma (John Tururro). Decidido a fazer algo mais criativo, ele vai para Nova York, em busca de seu sonho: tornar-se cabeleireiro.

 

Roteiro escrito por Adam Sandler, ele é fraco e por vezes previsível. O filme tem quase duas horas, tempo demais para comédias sem história. As atuações não são ruins, mas estão longe de merecerem um prêmio. Como é comum em filmes de Sandler, há uma participação de Rob Schneider. Há uma ou outra cena engraçada, e não há tanto apoio em draminhas forçados, como em Click, por exemplo.

 

O filme é uma comédia baseada em trocadilhos, portanto, a menos que você entenda bem inglês e goste muito, muito mesmo de filmes como American Pie, não perca seu tempo com Zohan.

 

Nota: 3,5

Por Renato Valverde

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Agente 86

julho 18, 2008

Get Smart

Direção: Peter Segal
Roteiro: Tom J. Astle e Matt Ember, baseado em personagens criados por Mel Brooks e Buck Henry

Elenco Famoso: Steve Carell, Anne Hathaway, Alan Arkin

C.O.N.T.R.O.L.E. era uma agência de segurança do governo americano que acabava com os planos malévolos da agência, obviamente russa, K.A.O.S. Com o fim da guerra fria, os EUA decidiram que ela já não tinha mais função e decidiram fechá-la. Ou pelo menos é isso que o governo diz a todos.

Maxwell Smart (Steve Carell) está, indestacável, entre centenas de funcionários da agência secreta. Ele ouve gravações e escreve relatórios sobre isso, que ninguém nunca lê. Depois de um ataque na própria C.O.N.T.R.O.L.E., todos os agentes são revelados, com exceção da agente 99 (Anne Hathaway), que fez inúmeras plásticas. Precisando de rostos novos, a hora de Smart finalmente chega: ele é convocado para ser o agente 86. Agora os dois, juntos vão desvendar e acabar com os planos da K.A.O.S. de uma forma não muito ortodoxa.

Baseado em um seriado de muito sucesso, o filme foi feito para ser uma das maiores bilheterias do ano. E provavelmente conseguirá. A trama é, relativamente, envolvente. As atuações não são ótimas, mas ao menos houve alguma tentativa. Steve Carell está fazendo do jeito que fez em praticamente todos os seus papéis, Anna Hathaway atua bem e a não muito grande participação de Alan Arkin (o que muitos dizem ser a lenda viva do teatro americano) é ótima. Já Dwayne Johnson (antigamente conhecido como The Rock), precisa parar de se levar a sério, e talvez procurar outra carreira.

O humor é, durante boa parte do filme, completamente apreciável. O grande problema é que eles insistem na mesma piada por muito, muito tempo. Mesmo nas cenas engraçadas, a repetição irrita, profundamente. O filme não tem metade do brilho da série, mas até que é divertido e interessante.

Nota: 7

Por Renato Valverde

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Hancock

julho 15, 2008

Hancock

 

Diretor: Peter Berg

 

Roteiro: Vince Gilligan, Vincent Ngo

 

Elenco Famoso: Will Smith, Charlize Theron, Jason Bateman

 

 

 

Hancock é um super-herói poderoso, teoricamente invencível. E, como um bom herói, dedica seu dia a ajudar a população de Los Angeles (onde mais?). Seu problema é que nas horas vagas ele bebe. E salvar vidas não é o tipo de coisa que se faz bêbado. E aí que está o diferencial do filme. A idéia de que o herói não é perfeito e que alguém sempre tem que limpar a bagunça feita por eles destaca o filme dos demais.

 

As atuações são, em geral, ótimas. Will Smith demonstra nesse filme talento equivalente a obras primas suas, como À procura da felicidade. Charlize Theron também atua bem, embora seu personagem tenha menos importância do que a TV no filme.

 

O grande problema com o filme é a mudança constante no rumo da trama. Em um momento, vemos uma comédia, em outro, um drama fraco e em outros momentos um filme típico de romance. Essas mudanças não são nada agradáveis, seria melhor apostar em uma coisa só.

 

Hancock está longe de ser o pior filme nos cinemas, mas também está longe de ser o melhor. Se não fosse pelas atuações, pela originalidade e pelos poucos (mas valiosos) momentos engraçados, o filme beiraria o fracasso. É um filme que vale a pena ver, mas não no cinema.

 

 

Nota: 5,5

Por Renato Valverde