Archive for the ‘Infantil’ Category

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Ponte para Terabítia

agosto 1, 2008

Bridge to Terabithia

 

EUA – 2007, 95 min

 

Direção:  Gabor Csupo
Roteiro: Jeff Stockwell e David Paterson, baseado em livro de Katherine Paterson

Elenco Famoso: Josh Hutcherson, AnnaSophia Robb, Zooey Deschanel

 

Jesse (Josh Hutcherson) é um garoto pobre e sem amigos. Seu principal passatempo é desenhar. Na escola, vive sofrendo com seus colegas mais fortes, mesmo que esses sejam garotas. Durante uma corridinha na escola, ele conhece Leslie (AnnaSophia Robb). Logo, eles se tornam bons amigos, e juntos criam o reino mágico (e imaginário, como eles deixam bem claro) de Terabítia.

 

Apesar de parecer algo como As crônicas de Spiderwick, o filme trata de algo mais realista. O longa trata de nada mais do que a amizade entre Jesse e Leslie. A sensibilidade com que isso é mostrado torna o filme (nem tanto, mas vai) bonito. Com desfecho bem diferente da maioria dos filmes infantis, o filme é um acerto entre tantos erros.

 

As atuações são boas, para crianças em geral. Zooey Deschanel tem um papel pequeno, mas importante. Apesar de todos esses pontos positivos, ainda é um filme feito para crianças, e é absolutamente água-com-açúcar.

 

Ponte para Terabítia é um filme bom, sem aquela idéia de um mundo encantado que as crianças acreditam e os adultos, sempre incrédulos, demoram metade do filme para crer. Enfim, é um filme altamente recomendável, para todos.

 

Nota: 8,5

By Valverde

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Wall-E

julho 4, 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Wall-E (EUA, 2008 )

Direção: Andrew Stanton

Roteiro: Andrew Stanton e Jim Capobianco

Elenco Famoso: Ben Burtt, Elissa Knight, Jeff Garlin, Fred Willard, John Ratzenberger, Sigourney Weaver

Em meio ao ar denso e poluido de uma cidade são avistados vários edificios, mas quando aproximados notamos que os tais edificios são na verdade torres de lixo. O planeta Terra foi abandonado pelos humanos para que uma série de robôs como Wall-E a limpassem. Porém todos os robôs deixaram de funcionar, exceto Wall-E que apresentou um defeito: criou personalidade. Essa personalidade vê todo o lixo que a humanidade deixou para trás de forma muito singela, Wall-E é de certa forma nostalgico e melancolico em sua solidão.

Tudo o que acha de diferente em meio ao lixo Wall-E leva para casa, onde vive em companhia de sua baratinha de estimação e assiste ao mesmo musical todas as noites. Num dia como todos os outros nos 700 anos em que Wall-E está na Terra, surge uma nave trazendo EVA, uma robô com o design muito avançado e que tem uma missão importante. Wall-E se vê completamente apaixonado apesar da hostilidade inicial de EVA, e a segue numa aventura espacial quando sua nave volta para buscá-la. 

Wall-E é fruto do incrível, espetacular, e qualquer outros adjetivos que queira empregar, poder imaginativo da Pixar. O robozinho já nasceu como uma obra prima, é uma comédia romantica do cinema mudo, nos inspira esperança e está longe de ser uma desculpa para lições de moral sobre o meio ambiente. E cenas como o balé de Wall-E e EVA já são classicas e com toda certeza, apaixonantes.

 Nota 9.75

Resenha por Priscila

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Deepkut

junho 21, 2008

 Finalmente, depois de mais de cinco meses de Deep and Depp, decidimos, após notável crescimento, que era hora de fazermos uma comunidade no orkut.

 

Recém-criada, a comunidade ainda nem possui tópicos, mas sinta-se à vontade para discutir sobre as críticas e os filmes (ou algum outro assunto que lhe interessar).

 

Por enquanto, é isso, espero ter mais o que falar sobre isso em breve.

 

 

o link é esse

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=58125305

 

 

 

 

 

Renato Valverde

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As Aventuras de Shark Boy e Lava Girl

abril 19, 2008

The Adventures of Shark Boy and Lava Girl in 3-D

EUA, 2005, 93 min

Direção: Robert Rodriguez

Roteiro: Robert Rodriguez, baseado em seu próprio filho

Elenco: David Arquette, Cayden Boyd, Kristin Davis

Max (Cayden Boyd) é um pobre garoto sem amigos. Por causa deste pequenino problema, vive imaginando coisas. Não coisas comuns, como crianças normais, mas sim universos paralelos inteiros, dando-lhes inclusive habitantes com personalidades definidas. Enquanto todos riem de sua idiotice, seus dois principais personagens aparecem pedindo sua ajuda durante a aula: Shark Boy (Taylor Lautner) e Lava Girl (Taylor Dooley)

Bem, as atuações são não das melhores e os efeitos também não. O enredo é meio fraco, as coisas acontecem de forma dispersa  e basicamente não há trilha sonora. Portanto, se você tiver mais do que 10 anos, não verá muita graça no longa.

Felizmente, o filme foi feito para o público superjovem. A linguagem é bem simples e ainda há uma ou outra lição disfarçada no meio de toda aquela ação infantil. O fato de ser em 3D torna tudo ainda mais divertido para elas.

O filme, idealizado por uma criança, é um ótimo passatempo para elas. O filho de Robert Rodriguez parece ter futuro.

Obs: Embora eu não tenha gostado muito do filme… É inegável a sua capacidade de divertir crianças, portanto não tenho como dar uma nota baixa.

Nota: 7,5

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Ratatouille

fevereiro 23, 2008

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Ratatouille (EUA, 2007)

Animação

Direção: Brad Bird
Roteiro: Brad Bird, baseado em estória de Brad Bird, Jim Capobianco e Jan Pinkawa

Dizem que se você quer deixar Brad Bird irritado é só dizer que animação é um gênero especifico e limitado. Irritado com razão, pois Bird é um dos maiores gênios da animação dos dias de hoje e não há nada que não seja possível nas mãos da Pixar.

Remy sonha em se tornar um grande Chef, se fosse pelo talento seria muito fácil, mas Remy é um rato. Sua família é contra, e mais uma vez, ele é um rato. Todos os dias Remy assistia o programa do renomado chef August Gusteau e testava suas receitas na cozinha de uma velhinha. O lema de Gusteau é “todo mundo pode cozinhar”.

Depois de ser expluso junto com os outros ratos da casa da velhinha, Remy fica sozinho com o livro de receitas e o fantasma de Gusteau.Quando sai do esgoto ele percebe estar em Paris, então decide visitar a cozinha do Gusteau’s e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo.

Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar.

Não que a farça fosse durar muito tempo, mas é um bom plano. E um ótimo filme.

Nota 9

resenha por Priscila

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Deu a Louca na Chapeuzinho

fevereiro 23, 2008

Chapeuzinho

Hoodwinked

 

80 minutos, 2005, EUA

 Direção: Cory Edwards

 Roteiro: Cory Edwards, Todd Edwards e Tony Leech, baseado em estória de Todd Edwards e Cory Edwards
 

Música: Josh Mark Painter e Kristin Wilkinson 

Aproveitando o incrível sucesso de Shrek, o filme conta, de forma distorcida, a famosa fábula. Depois de diversas receitas serem roubadas, a culpa cai, obviamente, sobre o Lobo. Ele já está inclusive preso pelo “chefe Urso” (com a inconfundível voz de Xzibit). Antes que o caso esteja dado como encerrado, um sapo (?) detetive decide ouvir a versão dos fatos de cada um dos suspeitos, um lobo, um lenhador, uma garota sem nome (conhecida como Chapeuzinho Vermelho) e sua avó, a Vovó. No decorrer do filme, cada um acaba mostrando que a verdade é bem diferente do que parece.

             A história é bem infantil, com muitos clichês e músicas simplórias. O filme também erra em usar humor negro para crianças, o que pode não ser muito claro para elas e é muito idiota para os outros públicos.  

           O filme é bem detalhista, não deixando informações de lado, mesmo as completamente desnecessárias à trama. Por ser curto, não é nem um pouco cansativo e os poucos momentos apreciáveis acabam meio que valendo pela seqüência de idiotices. Previsível, o culpado é descoberto logo na segunda versão dos fatos. A mensagem principal do filme é que não deve-se julgar alguém pela aparência, muito superior à da fábula (“Não fale com estranhos”). 

            O filme tenta incessantemente parecer com Shrek, mas não tem nem metade do brilho da história do Ogro. Enfim, o filme deixa a desejar, mesmo para as crianças. 

Nota: 5

Obs: O trailer conta o filme todo! Não é bom vê-lo

 

Por Renato Valverde

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O Som do Coração

fevereiro 21, 2008

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August Rush (EUA, 2007, 112 min) Romance/Drama

Direção: Kirsten Sheridan

Roteiro: Nick Castle e James V. Heart

Elenco Famoso: Freddie Highmore, Keri Russel, Jonathan Rhys Meyers, Robin Williams, Terrence Howards.

Evan Taylor (Freddie Highmore) é um garoto de 12 anos que vive num orfanato e nunca conheceu os pais. Ele é fascinado pelos sons que escuta em todo lugar, e apesar de nunca ter ouvido o nome de seus pais ou por qual motivo o abandonaram, acredita que sua música conseguirá faze-los escutar.

Num momento flash-back somos apresentados a seus pais na noite em que se conheceram. Lyla Novacek (Keri Russel), uma promissora violoncelista que faz parte da Orquestra Sinfonica de Nova York, vai a uma festa e conhece Loius Conelly (Jonathan Rhys-Mayers) – que tem uma banda de rock com seus irmãos – Os dois percebem que sentem o mesmo em relação a música e depois de pouca conversa resolvem passar a noite juntos. No dia seguinte o pai de Lyla fica furioso e a obriga a sair da cidade e não encontrar Louis novamente.

Sendo muito mal-tratado (pelos seus colegas) no orfanato, Evan decide fugir. Nas ruas acaba encontrando “o mago” (Robin Williams), que começa a explorar seus dons (ele aprende misteriosamente a tocar qualquer instrumento musical).

O Som do Coração é um filme bem água com açúcar, que não deixa de cumprir seu papel em emocionar. Realidade à parte, é um filme razoavelmente bom.

Nota 6.5

resenha por Priscila e Valverde