Archive for the ‘Suspense’ Category

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Harry Potter e o Enigma do Príncipe

julho 15, 2009

rony & ginny

Harry Potter and the Half-Blood Prince (EUA/Inglaterra, 2009)

Direção: David Yates

Roteiro: Steve Kloves

Elenco Famoso: Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson, Michael Gambon, Jim Broadbent, Alan Rickman, Tom Felton, Bonnie Wright, Helena Bonham Carter, Jessie Cave, Evanna Lynch.

Há mais de uma década, fãs se vestem com trajes de cores vermelho e dourado, carregam uma serie de livros com títulos estranhos, usam varinhas para lançar feitiços, desenham cicatrizes em forma de raio na testa e muito mais para demonstrar seu fanatismo pela serie criada por J.K. Rowling do bruxo que virou ícone, Harry Potter.

Agora, o sexto filme chega aos cinemas batendo recordes de bilheteria em pré-venda no Brasil, de bilheteria nos Estados Unidos na sessão da meia noite, ou seja, como disseram os fãs, dois anos de espera valeram a pena.

Tendo o quinto filme como principal guia, o Enigma do Príncipe busca os pontos principais para atingir em cheio seu publico alvo: o romance e o mistério. Depois de todos terem (finalmente) admitido que Lord Voldemort voltou, Dumbledore (Michael Gambon) resolve dar a Harry (Daniel Radcliffe) instruções e esclarecimentos sobre o passado e o futuro do Lorde das Trevas. Ao mesmo tempo, Draco Malfoy (Tom Felton) é escolhido para executar a missão mais importante para os comensais da morte e um livro de poções é achado com a frase “este livro pertence ao príncipe mestiço“, um gênio não só em poções, mas em todas as matérias que expõe feitiços desconhecidos e criados por ele próprio ao livro.

Cheio de suspenses e duvidas não muito bem respondidas até o final, Rony (Rupert Grint) e Luna (Evanna Lynch) voltam ao seus lados cômicos para descontrair e relaxar o publico, com suas frases clichês, esquisitices e romances, Gina (Bonnie Wright) ganha, depois de anos no terceiro plano, seu destaque merecido e Hermione (Emma Watson) deixa os livros de lado para entrar nas desilusões do amor.

O roteiro é mais fiel ao livro do que seu antecessor, apesar de ser mais enrolado, deixar duvidas àqueles que não acompanham os livros e cortar a parte que impõe ao titulo, que se torna fundamental a resolução do ultimo livro; os efeitos são feitos pensando em cada minucioso detalhe, vide os inferi na caverna, o Quadribol e a primeira passagem.  David Yates, como já havia mostrado na Ordem da Fênix, não exagera em seus efeitos e mostra, com muito sucesso e credito, sua visão mais sombria e dramática da serie.

Nota: 9

Resenha por Isabela

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Presságio

maio 17, 2009

(Knowing – 2009 – EUA)

Gênero: Suspense

Estúdio: Summit Entertainment / Wintergreen Productions / Kaplan/Perrone Entertainment / Escape Artists / Mystery Clock Cinema / Goldcrest Pictures

Direção: Alex Proyas

Roteiro: Stuart Hazeldine, Ryne Douglas Pearson, Stiles White e Juliet Snowden, baseado em adaptação de Alex Proyas e em estória de Ryne Douglas Pearson

Produção: Todd Black, Jason Blumenthal, Steve Tisch e Alex Proyas

Elenco: Nicolas Cage, Chandler Canterbury, Rose Byrne, Lara Robinson

Em 1959 crianças de uma escola receberam a tarefa de fazer desenhos imaginando como seria o futuro daqui a 50 anos e esses desenhos seriam colocados em uma cápsula do tempo para ser aberta em 2009 por alunos da mesma escola. Lucinda ao invés de fazer um desenho começou a escrever diversos números em sua folha e 50 anos depois Caleb recebe esse desenho. John, pai de Caleb e professor de astrofísica, vê os números e descobre que eles são mais que números, são presságios de todas as grandes tragédias que ocorreram no mundo nestes 50 anos e ele percebe que ainda há três que ainda não aconteceream.

O filme começa extremamente bem com um grande clima de suspense envolvente e teria tudo para ser um dos grandes filmes da temporada, mas o filme depois de um certo ponto começa a perder o clima de suspense porque as reviravoltas de roteiro acontecem muito rapidamente e acabam transformando o suspense em ação e o final acaba decepcionando bastante.

Os efeitos especiais do filme são ótimos e as atuações são boas, mesmo Nicolas Cage que é conhecidos pelas suas nomeações ao prémio Framboesa de Ouro faz um trabalho acima da média. Mas o roteiro fica muito abaixo da média e acaba tornando o filme chato e as atuações acabam não sendo suficiente para manter o nível do filme.

NOTA: 6,0

By Kaf

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Operação Valquíria

maio 16, 2009

(Valkyrie – 2008 – EUA, Alemanha)

Gênero: Thriller
Estréia – Brasil: 26 de Dezembro de 2008
Estúdio: 20th Century Fox
Direção: Bryan Singer (X Men, X men 2. Os suspeitos e Superman – o retorno)
Roteiro: Christopher McQuarrie
Produção: Tom Cruise, Chris Lee, Christopher McQuarrie, Bryan Singer

Elenco Famoso: Tom Cruise, Kenneth Branagh, Bill Nigh, Terence Stamp e Tom Wilkinson

Operação Valkíria é um filme baseado em fatos reais da história mundial, portanto em filmes como esse nós meio que já sabemos o final. O diretor Bryan Singer supera isso e faz de Operação Valkíria uma narração impecável e incrivelmente interessante. Mesmo sabendo que Hitler não é assassinado, o filme consegue nos prender do início ao final.

O longa narra as sucessivas tentativas de assassinato à Hitler orquestradas por uma resistência de oficiais alemães, em especial a participação do Coronel Claus von Stauffenberg que ao se acidentar em uma missão na África, volta para a Alemanha e se torna o “cabeça” por trás de toda a conspiração. O objetivo desses conspiradores era o de após matar o Führer, colocar em andamento a “Operação Valkíria” para iniciar um golpe, controlar o país, e tentar dar um fim à guerra.

O filme dá um show em ambientação, como se realmente estivéssemos em plena segunda guerra mundial.  A direção, o roteiro e o elenco é bem explorado, ao contrário dos personagens, que não tem tempo suficiente para se envolver efetivamente na história, como percebemos com a família de Stauffenberg. Pois como já sabemos o final do filme, ele nos prende para sabermos o que vai acontecer com os “traidores” e a família deles.

A fotografia e a trilha sonora desempenharam um papel muito importante no filme, pois a maior parte do tempo do filme acontece em gabinetes, tribunais e escritórios e mesmo assim o filme não se torna cansativo. Recomendo!

Nota: 7,5

Trailer do filme:

Resenha por Caio César

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Efeito Borboleta 3: Revelações

maio 13, 2009


(Butterfly Effect: Revelation, EUA, 2009)

Gênero: Sci-Fi/Thriller/Fantasia/Drama
Estréia – Brasil: 13/02/2009
Estúdio: Lions Gate
Direção: Seth Grossman
Roteiro: Holly Brix
Produção:A.J. Dix, J.C. Spink

Elenco Famoso: Chris Carmack, Rachel Miner, Lynch R. Travis

Efeito Borboleta 3 se desprende completamente do enredo dos últimos filmes da série.  A única característica que continua é o poder de voltar no tempo. Se você nunca assistiu um dos filmes da série, aconselho assistir ao melhor deles: Efeito Borboleta 1.

A história é sobre Sam Reide, que “trabalha” ajudando a policia local, sobre o pretexto de ser um vidente. Certo dia ele recebe a visita da irmã de sua falecida namorada. Ela o conta que o assassino de sua namorada está prestes a receber pena de morte, porém ela possui provas que mostram que ele não é o verdadeiro responsável pelo crime. A partir disso Sam Reide começa a fazer viagens no tempo à procura do responsável pela morte de sua namorada.

Uma característica interessante do filme é o suspense que ele traz. Você fica o filme todo analisando as provas, os fatos e tenta dar seus palpites de quem é o verdadeiro assassino… Mas o final é realmente surpreendente.

Nota: 7,0

Trailer:


Resenha por Caio César



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Deepkut

junho 21, 2008

 Finalmente, depois de mais de cinco meses de Deep and Depp, decidimos, após notável crescimento, que era hora de fazermos uma comunidade no orkut.

 

Recém-criada, a comunidade ainda nem possui tópicos, mas sinta-se à vontade para discutir sobre as críticas e os filmes (ou algum outro assunto que lhe interessar).

 

Por enquanto, é isso, espero ter mais o que falar sobre isso em breve.

 

 

o link é esse

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=58125305

 

 

 

 

 

Renato Valverde

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Fim dos Tempos

junho 15, 2008

The Happening (EUA, 2008)

Direção: M. Night Shyamalan

Roteiro: M. Night Shyamalan

Elenco Famoso: Mark Wahlberg, Zooey Deschanel, John Leguizamo, Ashlyn Sanchez, Robert Bailey Jr.

Certa manhã no Central Park, todos caminham felizes e tudo ocorre como de costume, até que sucessivamente todas as pessoas ficam confusas, param e começam a se mutilar com qualquer objeto que faça isso acontecer. Rapidamente esse comportamento é espalhado, um operário de obra se joga do prédio em construção, todos ficam em choque ao notar mais inumeras pessoas se jogando.

O professor de biologia Elliot Moore (Mark Walberg) e sua mulher Alma (Zooey Deschanel) saem da Filadelfia, como todas as outras pessoas, amedrontados e sem saber o que fazer para fugir do que seria um ataque terrorista, testes do governo para uma possivel arma biologica ou até mesmo algum tipo de vingança da natureza. O fato é que uma toxina originada não se sabe de onde desliga o senso de auto-preservação humano, fazendo as pessoas se suicidarem. 

Elliot e Alma precisam cuidar de Jess, filha de Julian..um amigo de Elliot, e passam a ter que encarar seus proprios problemas com o fim iminente, principalmente quando tem que conviver com cada vez menos pessoas.

O inicio realmente tira o folego por te deixar com varias questões em mente, mas na medida que o filme avança na meia hora final, as perguntas são respondidas com hipóteses moralistas… Na verdade muitas hipoteses são levantadas e um dos pontos positivos do filme é que não há uma conclusão, mas muitas perguntas são respondidas com obviedades dispensaveis.

M. Night Shyamalan é uma marca, e isso é um fato. Essa marca no entanto teve alguns fracassos, mais do que acertos, segundo a critica. Ele é um diretor de visão única, que constrói premissas impactantes ou no mínimo curiosas mas vem escorregando na execução de algumas delas. Mesmo em seus pontos baixos ainda há elementos que salvam suas estórias.

Nota 6.5

Resenha por Priscila  

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O Orfanato

março 15, 2008

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El Orfanato – 100 min, México/Espanha – 2007 

Diretor: Juan Antonio Bayona

 Produção: Guillermo del Toro, Mar Targarona, Joaquín Padro, Álvaro Augustín 

Roteiro: Sergio G. Sánchez 

Elenco: Belén Rueda, Fernando Cayo, Roger Príncep 

  Apesar de ter sido apenas produzido por Guilhermo Del Toro (sem sua participação, oficialmente, no roteiro), o clima de O Orfanato é extremamente parecido com o de O Labirinto do Fauno. 

O filme conta a história de Laura (Belén Rueda), mulher que fora criada em um orfanato e, por gratidão pela sua estadia, decide se mudar para lá e transformá-lo em um lar para crianças especiais. O problema é que seu filho, com uma grave doença (não mental), começa a ter muitos amigos imaginários, que aparentemente fazem uma espécie de jogo (macabro) com ele. 

O filme é um quase bom suspense, capaz de assustar, e muito, desavisados. Em compensação, o roteiro é meio fraco, muito parecido com filmes do gênero. As atuações são boas, mas nem um pouco extraordinárias e, por ser meio enrolado, o filme torna-se cansativo. 

Entretanto, o filme cumpre o papel principal do gênero: assustar. Recomendado apenas para quem gosta do gênero (não é meu caso) 

 Nota: 7

 

Por Renato Valverde